O piso parece perfeito, mas esse som oco pode ser um alerta | Queveks Fórmulas Concentradas
09/09/2026

Você termina o assentamento do piso, olha para o serviço e pensa: ficou perfeito. As peças estão bonitas, alinhadas e sem nenhuma rachadura aparente. À primeira vista, não existe nenhum problema.

Mas, alguns dias depois, você pisa em determinado ponto e percebe um som diferente.

Um som mais oco, como se tivesse um espaço vazio embaixo da peça.

É nessa hora que vale a pena prestar atenção.

Esse som não significa, sozinho, que o piso vai soltar. Porém, pode ser um sinal de que existe algum problema na aderência entre a peça e a base. Por isso, quanto antes esse sinal for percebido, melhor.

De onde vem o som oco?

Quando o piso é assentado corretamente, a argamassa precisa fazer um bom contato entre a peça e a superfície onde ela será instalada.

Quando esse contato não acontece como deveria, podem ficar pequenas regiões sem o preenchimento adequado.

Com o tempo, ao pisar sobre a peça, esse espaço pode fazer o som parecer diferente.

É parecido com bater em uma superfície maciça e depois bater em uma superfície que possui um espaço vazio por baixo. O som muda.

Por isso, aquele "toc toc" que aparece em algumas partes do piso merece atenção.

O problema pode começar antes de o piso ser colocado

Muitas vezes, quando uma peça apresenta esse tipo de sinal, a primeira reação é culpar o próprio piso.

Mas o problema pode estar no processo de assentamento.

A preparação da superfície, a escolha e o preparo correto da argamassa, a quantidade utilizada e a forma como ela é aplicada podem influenciar diretamente na aderência.

Outro ponto importante é não tratar o assentamento como uma etapa que precisa ser feita com pressa.

Na obra, alguns minutos economizados podem acabar custando muito mais tempo depois.

Imagine ter que encontrar as peças com problema, retirar o piso, corrigir a base, preparar novamente a argamassa e fazer um novo assentamento.

Além do trabalho, existe o custo de material e o risco de danificar outras peças durante a retirada.

E quando o piso já está pronto?

Se o piso já foi instalado, não é preciso sair quebrando tudo porque uma peça apresentou um som diferente.

O primeiro passo é observar.

Veja se existe alguma peça que apresenta movimentação, trinca, rejunte quebrado ou outro sinal de problema. Também vale perceber se o som aparece somente em um ponto ou em várias áreas.

Uma peça isolada pode ter uma situação diferente de um problema que aparece em grande parte do ambiente.

O importante é não ignorar completamente o sinal.

Quanto mais cedo um possível problema de aderência for identificado, mais fácil pode ser avaliar o que está acontecendo e tomar uma decisão.

A aderência começa na preparação

Uma boa instalação não depende apenas da peça escolhida.

A superfície também precisa estar preparada para receber o assentamento.

Além disso, a argamassa precisa ser preparada corretamente e aplicada de maneira adequada para favorecer o contato com a superfície.

É justamente nessa etapa que produtos voltados para melhorar a aderência podem fazer parte do processo.

O Liquifort, da Queveks, é um adesivo sintético de alto desempenho indicado para aplicações como chapisco, argamassa e EPS. Também pode ser utilizado em argamassas de assentamento de pisos e azulejos, ajudando a aumentar a aderência da argamassa.

Na prática, a ideia é simples: se a aderência é importante para o resultado do assentamento, vale cuidar dela desde o começo, e não somente quando aparece um problema.

Não espere o piso soltar para prestar atenção

Um dos maiores erros em uma obra é pensar que só existe problema quando alguma coisa quebra ou solta.

Nem sempre é assim.

Alguns sinais aparecem antes.

O som diferente ao pisar pode ser um deles. Uma peça que apresenta movimentação também pode chamar atenção. Alterações no rejunte e outros sinais visíveis também merecem ser observados.

Isso não quer dizer que qualquer alteração seja motivo para refazer o piso inteiro.

Significa apenas que o profissional deve olhar com cuidado antes de o problema aumentar.

Afinal, corrigir uma situação logo no início costuma ser muito mais simples do que esperar até que o revestimento realmente se solte.

O cuidado que evita muita dor de cabeça

Na hora de assentar um piso, não pense apenas em como ele vai ficar no dia em que a obra terminar.

Pense também em como ele estará meses ou anos depois.

Um piso bonito é importante, mas uma instalação bem feita é o que ajuda a garantir que esse resultado continue.

Por isso, vale cuidar da preparação da superfície, do preparo da argamassa, da aplicação e da aderência.

E, depois que o serviço estiver pronto, fique atento aos sinais.

Se aparecer aquele som oco ao pisar, não ignore. Observe a região e avalie o que pode estar acontecendo.

O piso pode parecer perfeito por cima, mas o verdadeiro problema pode estar escondido por baixo.

Na obra, prestar atenção aos pequenos sinais pode evitar um grande retrabalho no futuro.

Quer melhorar a aderência das suas argamassas?

Conheça o Liquifort da Queveks e veja como ele pode fazer parte do seu processo de preparação e assentamento.

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Queveks
09/09/2026 Escrito por Queveks

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